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  <title>Dáfnias, drogas e ritmos cardíacos !</title>
  <subtitle>batidas-saudaveis</subtitle>
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  <updated>2009-07-06T19:06:50Z</updated>
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    <issued>2009-07-03T19:27:59</issued>
    <title>Divulgação do Projecto e dos Resultados</title>
    <published>2009-07-03T18:36:16Z</published>
    <updated>2009-07-06T19:06:50Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Mais um ano lectivo que passou. O grupo sente-se bastante satisfeito com os resultados obtidos durante estes últimos meses, vendo todas as suas dificuldades ultrapassadas pelo forte espírito de equipa que reinou entre nós na disciplina de Área Projecto, como também se encontra satisfeito com a divulgação do grupo e do Projecto DAPHNIA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.jornaldofundao.pt/noticia.asp?idEdicao=105&amp;amp;id=5649&amp;amp;idSeccao=981&amp;amp;Action=noticia"&gt;&lt;b&gt;Batidas Saudáveis @ Jornal do Fundão&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contudo,  o projecto não constou apenas do concurso Divulga Ciência. Outras actividades foram feitas pelo mesmo grupo, destacando o envolvimento da turma numa área das neurociências. Este &amp;quot;laboratório&amp;quot; está disponível em &lt;a href="http://tubodeensaio.webnode.com/news/o-cerebro-e-as-drogas-semana-internacional-do-cerebro-2009/"&gt;Tubo de Ensaio&lt;/a&gt; e noticiado no jornal online &lt;a href="http://www.urbi.ubi.pt/_urbi/pagina.php?codigo=5785"&gt;Urbi et Orbi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A todos o nosso sincero Obrigado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A equipa,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diogo Silva &amp;amp; Patrícia Alves.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-04-30T15:48:10</issued>
    <title>Resultados do Concurso Divulga Ciência</title>
    <published>2009-04-30T14:59:32Z</published>
    <updated>2009-05-07T14:47:32Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;No passado dia 29 de Abril foram lançados, no blog oficial do &lt;a href="http://projectodaphnia0.blogs.sapo.pt"&gt;Projecto DAPHNIA &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;, os resultados do concurso. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Batidas Saudáveis&lt;/b&gt; foi o blog vencedor na categoria &amp;quot;Blog&amp;quot;, do terceiro escalão.&lt;br /&gt;
Estamos contentes com os resultados e damos os parabéns a todos os outros concorrentes dos quais já pudemos ver parte do trabalho por eles desenvolvido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como vencedores participaremos no ENCONTRO DAPHNIA, evento a realizar dia 18 de Maio de 2009. Até lá contaremos ter novo material de informação (imagens, vídeos, documentos ou outros dados por nós recolhidos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Queremos desde já agradecer ao Visiunarium e ao Projecto DAPHNIA por nos terem proporcionado momentos interessantes e fantásticos na sala de aula durante as nossas pesquisas e trabalhos práticos; agradecemos especialmente à Professora Alda Martins pelo apoio e paciência manifestados; ao 12.ºA que sempre manifestou curiosidade nas dáfnias e a todas as outras pessoas que nos ajudaram na realização do projecto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um muito obrigado a todos  ! &lt;img alt="" style="width: 20px; height: 20px;" src="http://blogs.sapo.pt/images/mood/EMOTICON_HAPPY.png" /&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-04-18T00:05:27</issued>
    <title>Realização de novas actividades laboratoriais</title>
    <published>2009-04-17T23:08:44Z</published>
    <updated>2009-04-17T23:08:44Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Como planeado, o grupo irá promover mais uma sessão de actividade laboratorial com as restantes turmas do Secundário, evento calendarizado para finais de Maio e inícios de Junho de 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, cá fica mais um pequeno vídeo das nossas esporádicas observações ao M.O.C. :&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;

&lt;object width="400" height="350"&gt;
    &lt;param name="movie" value="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/Bu7cyP2wZdCbzH08D7sw/mov/1"&gt;&lt;/param&gt;
    &lt;embed src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/Bu7cyP2wZdCbzH08D7sw/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="350" allowFullScreen="true" wmode="transparent"  allowScriptAccess="never"&gt;&lt;/embed&gt;
&lt;/object&gt;
    
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Organismo fêmea, pois contém uma zona (o sáculo) onde se depositam os ovos e se desenvolvem os embriões. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É ainda possível ver que existem bastantes ovos nesta fêmea.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-04-17T23:04:22</issued>
    <title>Esclarecimentos sobre a Act. Laboratorial 1</title>
    <published>2009-04-17T22:25:24Z</published>
    <updated>2009-05-04T19:05:16Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Mas qual a razao de se ter testado soluções experimentais de álcool, nicotina, antidepressivos, etc., nestes organismos? Como já foi mencionado, a dáfnia é um ser vivo com &lt;u&gt;bastante sensibilidade para uma vasta gama de tóxicos&lt;/u&gt;, e a sua estrutura permite concluir alguns dos efeitos provocados por determinadas substâncias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois da actividade laboratorial, foi dada uma explicação geral sobre os dados obtidos bem como uma apresentação sobre os efeitos provocados pelas substâncias utilizadas.&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;Álcool&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;O consumo de bebidas alcoólicas remonta de há muitos séculos atrás, sendo a droga (o álcool) bastante comum nesta actual sociedade. Consumido por miúdos e graúdos, o álcool, quando ingerido em quantidades exorbitantes, pode gerar dependência (bem como graves complicações fisiológicas) e levar ao estado, do chamado, alcoolismo. &lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[3] [4]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Socialmente, a ingestão de bebidas alcóolicas é encarada como um facto normal e bem aceite. Contudo, beber com moderação é que, muitas vezes, não é aceite e, por isso, não acontece. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pouco tempo depois da ingestão do álcool, este é absorvido para a o sangue, onde poderá manter-se intacto durante várias horas, exercendo, na corrente sanguínea, a sua acção nas diferentes fisiologias do corpo humano: desde desregulações ao nível do fígado até a acções produzidas no cérebro. &lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1][4]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="250" border="0" width="250" alt="" style="border-color: black;" src="http://fotos.sapo.pt/pzjDY5zET76CB2fdhlgl/" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;( Imagem retirada de &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_sZ6p-GFBNf8/SRbsY0iZvXI/AAAAAAAAEj0/qPuAnob4OEI/s320/alcool%2Bressaca%5B1%5D.jpg"&gt;Internet&lt;/a&gt; )&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O álcool produz os seus efeitos bloqueando o funcionamento no Sistema Cerebral, ao nível do &lt;u&gt;controlo das inibições&lt;/u&gt;. &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;sup&gt;[1]&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, os efeitos provocados passam por euforia, estado de alegria aguda, falsa segurança, etc., podendo até levar mesmo a um coma alcoólico ou a uma morte (por depressão cárdio-respiratória). &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;sup&gt;[1] [3]&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até aqui, analisando estes efeitos, poderíamos classificar a droga como &amp;quot;estimulante&amp;quot;, mas não é o caso do álcool, pois como foi possível verificar através da análise dos dados recolhidos na Act. Laboratorial 1, o álcool é uma &lt;b&gt;drogra depressora&lt;/b&gt;. Mas porquê?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porque a seguir a estes estados de euforia, seguem-se períodos de sonolência, disforia, má disposição, turvação da visão, descoordenação muscular, diminuição do sentido de alerta, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caso um indivíduo alcoólico seja privado do seu &amp;quot;néctar&amp;quot;, poderão surgir os chamados &amp;quot;efeitos do síndrome de abstinência alcoólica&amp;quot; que podem passar desde enjoos, vómitos, dispneias, ansiedade, nervosismo, descoordenaçao muscular, alucinações, tremores, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;Zele pela sua saúde. Se beber, faça-o com moderação.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;Tabaco&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;A nicotina é o alcalóide respondável pelos efeitos gerados pelo consumo de tabaco e que está presente neste em conjunto com uma azáfama de outras substâncias tóxicas (alcatrão, monóxido de carbono, etc.).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nicotina actua ao nível do sistema nervoso central (SNC) - gerando os seus efeitos junto dos neurotransmissores -, pois é no cérebro que a nicotina gera as sensações de prazer, de bem-estar (quando o indivíduo está a fumar) ou então pelas sensações de irritabilidade quando o fumador tenta interromper o &amp;quot;vício&amp;quot;. &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;sup&gt;[1] [2]&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pela análise dos dados presentes dos gráficos da postagem anterior, classificámos a nicotina como uma &lt;b&gt;droga estimulante&lt;/b&gt;, apesar de produzir sensações de calma e aprazia no fumador (esta situação acontece pois uma vez criado o hábito de fumar um cigarro quando se sente falta dele, as situações de inquietação são acalmadas e a pessoa consegue relaxar aproveitando o momento).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" alt="" style="border-color: black;" src="http://fotos.sapo.pt/bKNraWVZSjtBgp4Hh9Lo/" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;( Imagem retirada de &lt;a href="http://www.minerva.uevora.pt/publicar/wq_fumar/images/toxicidade.jpg"&gt;Internet&lt;/a&gt; )&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A supressão de nicotina nos fumadores pode acarretar momentos de inquietação, nervosismo, má disposíção, tosse com expectoração, depressão, estados de agressividade, baixa capacidade de concentração, diminuição da capacidade de alerta e concentração, diminuição da frequência cardíaca, etc. &lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1] [5] [7]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Actualmente existem no mercado vários fármacos (de ingestão como pastilhas ou via dérmica) para reduzir a dependência à nicotina, com o objectivo de deixar completamente de fumar. Contudo, sem força de vontade não se chega a lado nenhum.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&amp;quot;Fumar mata&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;Cafeína&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;A cafeína, droga que estimula as diferentes acções do sistema nervoso central, localiza-se no grupo das Xantinas, juntando-se aos principais alcalóides: a teofilina (no chá) e a teobromina (no cacau).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cafeína pode encontrar-se no café, em refrigerantes (cola, bebidas energéticas, etc.) bem como em algumas substâncias farmacológicas. &lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sob influência desta droga, o SNC é estimulado, estimulando, como consequência, o aparelho circulatório (com aumento do ritmo cardíaco), o sistema digestivo, renal e respiratório. Classificada como &lt;b&gt;droga estimulante&lt;/b&gt;, o aumento do estado de alerta e de concentração, da sensação de bem-estar, etc., são momentos provocados pela actuação deste alcalóide muito usado no nosso quotidiano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Dói-me a cabeça&amp;quot; ou &amp;quot;Estou cansado&amp;quot; são apenas algumas desculpas para tomar um bom café, já que a cafeína nele presente diminui a sensação de cansaço. Mas atenção ! A ingestão constante, mesmo que em quantidades moderadas, poderá gerar episódios de irritabilidade e insónia. Caso se entre num síndrome de abstinência, o indivíduo poderá sentir fadiga, sonolência, cefaleias, diminuição do estado de alerta e da capacidade de concentração, depressão, entre outras sensações de mal-estar físico e psicológico. &lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1] [8]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="199" border="0" width="300" alt="" style="border-color: black;" src="http://fotos.sapo.pt/KPzUHAwSInozW4PZJCTE/" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;( Imagem retirada de &lt;a href="http://butecodoberg.files.wordpress.com/2007/05/cafe-01.jpg"&gt;Internet&lt;/a&gt; )&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; Aconselha-se a ingestão diária moderada de cafeína&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Quanto às soluções farmacológicas testadas - antipirético, antidepressivo e antibiótico -, os efeitos gerados na dáfnia podem ser semelhantes aos efeitos provocados no organismo humano para o tratamento de doenças.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Apenas foram testadas drogas lícitas, mas seria interessante testar o efeito produzido por outras drogas, como a cocaina, a heróina ou alguns canabinóides. Claro que em meio escolar não seria possivel testar essas drogas por serem substâncias psicoactivas &lt;u&gt;ilícitas&lt;/u&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;h2 style="text-align: center;"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/h2&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;sup&gt;[1]&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt; &lt;u&gt;Modelo Biológico para Testar os Efeitos das Drogas no Ritmo Cardíaco&lt;/u&gt; - Manual do Kit (enviado no Kit Escolar)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt; Fonte de Informação - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Drogas"&gt;Wikepédia Português&lt;/a&gt; (clique para entrar)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt; Fonte de Informação - &lt;a href="http://oficina.cienciaviva.pt/~pw020/g/alcool.htm"&gt;Álcool&lt;/a&gt; (clique para entrar)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt; Fonte de Informação - &lt;a href="http://www.psicologia.com.pt/instrumentos/drogas/ver_ficha.php?cod=alcool"&gt;Ficha de Álcool&lt;/a&gt; (clique para entrar)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;sup&gt;[5] &lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;Fonte de Informação - &lt;a href="http://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/nicotina.html"&gt;Nicotina, a molécula que vicia&lt;/a&gt; (clique para entrar)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;sup&gt;[6]&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt; Fonte de Informação - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Efeitos_%C3%A0_sa%C3%BAde_causados_pelo_fumo_do_tabaco"&gt;Tabagismo e Saúde&lt;/a&gt; (clique para entrar)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;sup&gt;[7]&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt; Fonte de Informação - &lt;a href="http://www.todabiologia.com/saude/nicotina.htm"&gt;Nicotina: Efeitos na Saúde&lt;/a&gt; (clique para entrar)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt; Fonte de Informação - &lt;a href="http://www.todabiologia.com/saude/cafeina.htm"&gt;Cafeína: Efeitos na Saúde&lt;/a&gt; (clique para entrar) &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</content>
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    <issued>2009-03-20T17:15:52</issued>
    <title>Resultados - Act. Laboratorial 1</title>
    <published>2009-04-17T16:29:36Z</published>
    <updated>2009-05-04T15:25:13Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: left;"&gt;Gráficos relativos aos Batimentos por Minuto (BPM) das dáfnias, quanto ao controlo (quando estavam na água do seu meio) e quando foi aplicada uma determinada droga (solução experimental).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" align="middle" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/z1OFuCe2voqrFhb3L9o6/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;( clique &lt;a href="http://fotos.sapo.pt/z1OFuCe2voqrFhb3L9o6/"&gt;aqui &lt;/a&gt;para ampliar a imagem )&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/14bv34O8m0mAuyworiya/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;( clique &lt;a href="http://fotos.sapo.pt/14bv34O8m0mAuyworiya/"&gt;aqui &lt;/a&gt;para ampliar a imagem )&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/hYkBSKP2GwCeSFQDhVD6/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;( clique &lt;a href="http://fotos.sapo.pt/hYkBSKP2GwCeSFQDhVD6/"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ampliar a imagem )&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Gráficos relativos ao estudo da variação do ritmo cardíaco da dáfnia após a aplicação dos testes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Diminuição do BPM (% de variação negativa) - &lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 102);"&gt;SOLUÇÃO DEPRESSORA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Aumento do BPM (% de variação positiva) - &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;SOLUÇÃO ESTIMULANTE&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/Sbj4BDtZSL5hMiOWvke2/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;( clique &lt;a href="http://fotos.sapo.pt/Sbj4BDtZSL5hMiOWvke2/"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ampliar a imagem )&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/ZWNDyTeC1eJ1eKydgOH9/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; ( clique &lt;a href="http://fotos.sapo.pt/ZWNDyTeC1eJ1eKydgOH9/"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ampliar a imagem )&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/DarUsW1uPDt3znj6RKHw/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;( clique &lt;a href="http://fotos.sapo.pt/DarUsW1uPDt3znj6RKHw/"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ampliar a imagem )&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Apesar desta experiência ter sido realizada pela primeira vez, o grupo considera que estes resultados não estão, à partida, aptos para fortificar uma coerente conclusão.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Contudo, quanto aos dados obtidos, classificámos:&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Soluções Estimulantes&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Nicotina, cafeína, antipirético e cacau (teobromina)&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Soluções Depressoras&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Álcool (% relativa a cerveja, vinho e vodka), antidepressivos e antibiótico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-03-18T16:34:16</issued>
    <title>Actividade Laboratorial</title>
    <published>2009-04-17T15:54:44Z</published>
    <updated>2009-05-04T15:11:22Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Tal como planeado, a actividade laboratorial para o 12.º A foi realizada em perfeitas condições. Todo o material foi colocado à disposição dos elementos, bem como foram dadas explicações sobre o protocolo experimental enviado pelo Visiunarium.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final, cada grupo teve a oportunidade de concluir o efeito de algumas drogas de efeito desconhecido, principalmente as soluções farmacológicas preparadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Descobrindo a dáfnia pela primeira vez&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" align="middle" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/qItQLJpUUJqWeJrZVB1p/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;O Laboratório de Biologia&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/DOhaW440qsAdqIiluGcE/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/JtcZghzz6kZZzHrNG1E3/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Tentando acertar a técnica de contagem dos batimentos cardíacos&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" alt="" style="border-color: black;" src="http://fotos.sapo.pt/mbyBtm21jiHhW4evyJZ7/" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;A orientadora&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" alt="" style="border-color: black;" src="http://fotos.sapo.pt/b7VgQQSK6rosYAI6qP8N/" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Esta aula prática teve, então, como objectivos:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;a utilização do M.O.C. para a observação de seres pluricelulares;&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;observação da morfologia da dáfnia;&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;treinar a técnica de contagem dos batimentos cardíacos;&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;relacionar os efeitos finais da aplicação das soluções com os efeitos que podem produzir no ser humano;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/4OeZkCnZ8lQuzmwpzO9t/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;( clique &lt;a href="http://fotos.sapo.pt/4OeZkCnZ8lQuzmwpzO9t/"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ampliar a imagem )&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Infelizmente, a solução de teofilinas (chá) não pôde ser testada. De qualquer maneira, os resultados obtidos (embora poucos) para as outras soluções falam por si (serão apresentados na próxima postagem).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Alguns videos capturados durante a observação e aplicação das soluções experimentais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;

&lt;object width="400" height="350"&gt;
    &lt;param name="movie" value="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/7OGITlLCC6dGMgHICZBj/mov/1"&gt;&lt;/param&gt;
    &lt;embed src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/7OGITlLCC6dGMgHICZBj/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="350" allowFullScreen="true" wmode="transparent"  allowScriptAccess="never"&gt;&lt;/embed&gt;
&lt;/object&gt;
    </content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:batidas-saudaveis:2028</id>
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    <issued>2009-03-10T15:54:47</issued>
    <title>Previsão de resultados</title>
    <published>2009-04-17T15:02:23Z</published>
    <updated>2009-05-08T15:39:36Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Para a próxima actividade prática a realizar, aqui se listam alguns dos efeitos esperados:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Aumento do ritmo cardíaco (&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;solução estimulante&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Diminuição do ritmo cardíaco (&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 153, 255);"&gt;solução depressora&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
    &lt;li&gt;Nicotina - &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Solução Estimulante&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Cafeína - &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Solução Estimulante&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Antipirético - Solução de efeito desconhecido&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Antidepressivo - &lt;span style="color: rgb(204, 153, 255);"&gt;Solução Depressora&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Antibiótico - Solução de efeito desconhecido&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Chá - &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Solução Estimulante&lt;/span&gt; (por pertencer ao mesmo grupo que a cafeína)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Cacau - Solução de efeito desconhecido (porém, por pertencer ao mesmo grupo que a cafeína e as teofilinas - chá -, prevemos ter resultados de efeito estimulante)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Álcool - &lt;span style="color: rgb(204, 153, 255);"&gt;Solução Depressora&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Esta breve conjectura, estas previsões foram baseadas consoante a informação disponível no Manual do Kit Escolar Daphnia, bem como de alguns conceitos adquiridos ao longo do percurso escolar dos membros do grupo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clique &lt;a href="http://www.coe.ufl.edu/webtech/Daphnia/index.htm"&gt;aqui&lt;/a&gt; e faça a simulação em tempo real do efeito de algumas drogas no ritmo cardíaco da Dáfnia.&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:batidas-saudaveis:1540</id>
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    <issued>2009-03-06T20:49:13</issued>
    <title>Plano de trabalho - Soluções Experimentais</title>
    <published>2009-04-16T19:59:07Z</published>
    <updated>2009-05-04T15:17:11Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Como referido, no próximo dia 17 de Março o grupo irá dar início às demonstrações do efeito de algumas drogas nos organismos de &lt;i&gt;daphnia magna&lt;/i&gt;. A turma convidada será, inicialmente, a turma onde os elementos do grupo fazem parte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contudo, antes mesmo desta pequena amostra à turma, os alunos Diogo Silva e Patrícia Alves estudaram o efeito de algumas dessas drogas a testar. A primeira apresentação de resultados está dependente do trabalho desenvolvido por esta turma, já que serão estes os dados que iremos utilizar para classificar as drogas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto a pequenas dissertações sobre, por exemplo, o álcool, o tabaco (nicotina), o café (a cafeína), os chás (teofilinas), bem como produtos farmacológicos, explicando os efeitos destes últimos no organismo de um ser vivo, só serão referidas, pertinentemente, após a divulgação dos resultados obtidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De qualquer maneira, aqui fica uma lista das soluções que irão estar disponíveis numa primeira fase, no laboratório, para teste, usando o modelo biológico:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Nicotina (30%)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Nicotina obtida através da destruição de um charuto&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Cafeína (30%)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Solução farmacológica (antipirético)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Solução farmacológica (antibiótico)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Solução farmacológica (antidepressivo)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Chá (teofilina) rico em catequinas, utilizado para reduzir a massa corporal&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Solução de Cacau (teobromina)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Solução de álcool a 5,6% (cerveja)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Solução de álcool a 12% (vinho)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Solução de álcool a 40% (vodka) &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O grupo coloca a disposição de todos os interessados (quer estejam a participar no Projecto DAPHNIA ou não) uma grelha de registos para os batimentos cardíacos das dáfnias, aquando da realização de testes. Estra grelha, criada em Excel (formato 2007, .xlsx) gera automaticamente os gráficos perante os valores introduzidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para fazer download, por favor &lt;a href="http://www.webfilehost.com/?mode=viewupload&amp;amp;id=9140265"&gt;clique&lt;/a&gt; aqui e siga as instruções.&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:batidas-saudaveis:1334</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://batidas-saudaveis.blogs.sapo.pt/1334.html"/>
    <issued>2009-03-02T15:44:43</issued>
    <title>Um olhar sobre elas !</title>
    <published>2009-04-16T15:03:31Z</published>
    <updated>2009-05-04T15:02:30Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Passados vários dias após o início das culturas procedemos, então, ao tão aguardado momento de vermos as dáfnias ao pormenor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foram seleccionadas algumas dáfnias das duas culturas iniciais e cada elemento fez a preparação microscópica de uma dáfnia de cada cultura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Primeira obervação ao M.O.C.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="375" border="0" width="500" alt="" style="border-color: black;" src="http://fotos.sapo.pt/qk6jN7Zl4oZ20tCWkfYT/" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Através da observação desta primeira preparação biológica, pudémos constatar que o organismo se tratava de uma dáfnia fêmea (é possível reparar com pormenor nos ovos partenogénicos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta mesma aula procedemos, também, ao treino da técnica de contagem do batimento cardíaco das dáfnias, de modo a familiarizar o grupo com este método para eventos futuros.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Observar uma dáfnia ao M.O.C. implica:&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;saber o material necessário à experiência;&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;saber preparar uma lâmina (preparação microscópica);&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;saber a constituição e o modo básico de funcionamento do microscópio óptico;&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;saber como efecturar a técnica para a contagem dos batimentos cardíacos, tanto para o controlo (dáfnia em meio normal - água) como para a solução (droga);&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;ter previamente algum conhecimento sobre drogas depressoras e drogas estimulantes, bem como prever os seus efeitos;&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;saber utilizar o material de laboratório (pipetas, lâminas, etc.) em perfeitas condições, de modo a aplicar as drogas, a preparar a lâmina com a dáfnia, etc.&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;acima de tudo uma grande atitude &lt;b&gt;ética&lt;/b&gt; perante este organismo teste.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas próximas postagens serão colocadas imagens e vídeos das primeiras observações efectuadas em laboratorio. &lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;table cellspacing="1" cellpadding="1" border="1" align="center" width="500"&gt;
    &lt;caption&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Observação&lt;br /&gt;
    &lt;/span&gt;&lt;/caption&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr&gt;
            &lt;td&gt;
            &lt;p&gt;No próximo dia &lt;b&gt;17 de Março&lt;/b&gt;, pelas 10 horas, serão realizadas actividades práticas envolvendo a dáfnia, por exemplo, no estudo do ritmo cardíaco e em testes de toxicidades de águas.&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt; &lt;/p&gt;
            &lt;p&gt;O laboratório estará aberto, de início, apenas para a turma de Ciências A, do 12.º ano de escolaridade, pois o número de dáfnias ainda não é suficiente para apoiar as restantes turmas de 10.º, 11.º e ciclos. Contudo, novas actividades serão realizadas com estes últimos anos.&lt;/p&gt;
            &lt;p&gt; &lt;/p&gt;
            &lt;p style="text-align: left;"&gt;Encontra-se aberta a oportunidade de visitar o laboratório e ver ao pormenor a dáfnia.&lt;/p&gt;
            &lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:batidas-saudaveis:1251</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://batidas-saudaveis.blogs.sapo.pt/1251.html"/>
    <issued>2009-02-13T10:46:40</issued>
    <title>Câmara de cultura</title>
    <published>2009-04-16T10:11:33Z</published>
    <updated>2009-05-04T14:54:21Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Depois de termos listado todo o material necessário para realizar esta actividade laboratorial (o início das culturas na escola), conseguimos, então, montar a câmara de cultura bem como demos início ao meios de cultura das dáfnias e microalgas (alimento) enviadas pelo Visiunarium.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: smaller;"&gt;&lt;u&gt;&lt;br type="_moz" /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: smaller;"&gt;&lt;u&gt;O seguinte plano de trabalho foi elaborado e adaptado conforme os protocolos experimentais enviados no Kit Escolar pelo Visionarium.&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;Plano de trabalho&lt;/h1&gt;
&lt;ol&gt;
    &lt;li&gt;Montagem da câmara de cultura:&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
    Seguindo as instruções enviadas em conjunto com os organismos, conseguímos arranjar os seguintes materiais:&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
    - Aquário de média dimensão&lt;br /&gt;
    - Frascos de vidro onde colocar as dáfnias&lt;br /&gt;
    - Balão de Erlenmeyer (matraz) onde colocar a cultura de microalgas (&lt;i&gt;Chlorella vulgaris&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;
    - Bomba de ar&lt;br /&gt;
    - Cultura de &lt;i&gt;daphnia magna&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
    - Cultura de &lt;i&gt;Chlorella vulgaris&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
    - Pipetas de Pasteur enviadas no Kit&lt;br /&gt;
    - Alcoól etílico&lt;br /&gt;
    - Luvas&lt;br /&gt;
    - Água engarrafada &lt;br /&gt;
    - Gaze e algodão&lt;br /&gt;
    - Tubos do soro (para retirar o regulador do fluxo)&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Desta maneira seguimos o protocolo experimental e conseguimos concluir a montagem da câmara de cultura - depois de limpa, desinfectada e seca -, onde então colocámos os frascos das culturas A e B já com as dáfnias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Patrícia Alves depois da desinfecção da câmara de cultura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/OeGa51Dqhc0nwHrFHUns/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;O registo das culturas (A e B) bem como a distribuição de tarefas associada à câmara de cultura (lavagem, desinfecção, etc,) ficou a cargo de Diogo Silva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/YemldASwurPy2qZEGj7c/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;As culturas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/30AhfLPPggTRi9mJO4hw/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/ndplLfpRSNANpgr6D5wC/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/uMPn59z0ToB8BiAIR0Bz/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="667" border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/u7kmujd5U57HZefMyT4L/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;br /&gt;
A câmara de cultura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/OgWnmJZiE6fpZVg8YtzJ/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/EpD48FQcYiEb0WSfpzwt/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/NKc2i42ttu2FfKk4yAng/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/rM6SKy1b6J1z90LL1bW4/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:batidas-saudaveis:972</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://batidas-saudaveis.blogs.sapo.pt/972.html"/>
    <issued>2009-02-12T10:39:10</issued>
    <title>Recepção do Kit Escolar</title>
    <published>2009-04-16T09:45:11Z</published>
    <updated>2009-05-04T15:15:45Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Chegou à escola o primeiro kit Daphnia. A partir deste dia começámos então a desenvolver ideias sobre a câmara de cultura e discutimos ideias sobre como será a aplicação das drogas enviadas, bem como as turmas a que promoveríamos o projecto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" alt="" style="border-color: black;" src="http://fotos.sapo.pt/EzRn0Bt2m3iUEf0V5vkq/" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
( clique &lt;a href="http://fotos.sapo.pt/EzRn0Bt2m3iUEf0V5vkq/"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ampliar a imagem )&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:batidas-saudaveis:721</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://batidas-saudaveis.blogs.sapo.pt/721.html"/>
    <issued>2009-02-10T17:05:40</issued>
    <title>ABCDaphnia !</title>
    <published>2009-04-15T16:16:55Z</published>
    <updated>2009-05-11T17:57:16Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;... o que são dáfnias ?&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;Dáfnia é um pequeno microcrustáceo de ambientes de água doce, tendo cerca de 0,2-0,5 mm de comprimento, e podem-se encontrar em charcos de água, em rios, lagoas, entre outros possíveis habitats.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As várias espécies destes organismos: &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;dl style="text-align: left;"&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;D. ambigua&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;D. pulex&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;D. pulicaria&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;D. retrocurva&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;D. tenebrosa&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;D. villosa&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;D. curvirostris&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;D. dentifera&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;D. dubia&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;D. laevis&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;D. longiremis&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;D. lumholtzi&lt;/i&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. magna &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;sup&gt;[2]&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;dl style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;Daphnia magna &lt;/i&gt;Straus é um organismo zooplanctónico filtrador que se alimenta de plâncton, de bactérias/protistas ou de matéria orgânica dissolvida no seu meio.&lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1] [2]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;
Dada a sua natureza, esta espécie é utilizada como modelo biológico para bioensaios, testes de toxicidade (de efluentes, por exemplo), etc. Assim, &lt;i&gt;daphnia magna &lt;/i&gt;será utilizada neste projecto para testar o efeito de algumas drogas (cafeína, nicotina, alcoól, etc.) no ritmo cardíaco destes pequenos seres vivos, constituindo, assim, o nosso objectivo de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;/dl&gt;&lt;dl style="text-align: left;"&gt;Procedendo à classificação biológica da dáfnia usada nas próximas actividades laboratoriais, temos:&lt;br /&gt;
&lt;/dl&gt;&lt;dl style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;i&gt;Daphnia magna &lt;/i&gt;Straus&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/dl&gt;&lt;dl style="text-align: left;"&gt;Reino:             &lt;i&gt;Animalia&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
Filo:                 Arthropoda&lt;br /&gt;
Classe:          Crustacea&lt;br /&gt;
Subclasse:    Branchiopoda&lt;br /&gt;
Ordem:           Cladocera&lt;br /&gt;
Família:          Daphniidae&lt;br /&gt;
Género:          Daphnia&lt;br /&gt;
Espécie:         Daphnia magna Straus&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="250" border="0" alt="" style="border-color: black;" src="http://fotos.sapo.pt/VE6wkQfAfMi0swlZ8VH2/" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;( Imagem retirada do Manual do Kit Escolar Daphnia )&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;img height="225" border="0" align="middle" width="300" alt="" style="border-color: black;" src="http://fotos.sapo.pt/wRGZnGfTrH9Zl5PIWZdW/" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;( Imagem gentilmente cedida pelo Visionarium )&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;... como se alimentam ?&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;As dáfnias podem alimentar-se de detritos orgânicos dissolvidos no seu meio, de microalgas, de bactérias e outros ciliados; seleccionando o seu alimento pelo tamanho, já que se alimentam por filtracção (sugam a água e filtram o alimento que passa pelo seu tubo digestivo). &lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As culturas de dáfnias enviadas pelo Visiunarium foram alimentadas com uma cultura de microalgas - &lt;i&gt;Chlorella vulgaris&lt;/i&gt; -, que são algas de pequeno porte, de cor verde, e que foram postas em meio de divisão pelos elementos do grupo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="200" border="0" align="middle" alt="" style="border-color: black;" src="http://fotos.sapo.pt/DhjZNDSEU9ik5b70m51b/" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;... como são constituídas ?&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;Estudando a morfologia da dáfnia, podemos constar as seguintes divisões anatómicas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="300" border="0" width="400" style="border-color: black;" src="http://fotos.sapo.pt/ozQvJPAPjjI0Hr44HOZy/" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;  Imagem retirada do Manual do Kit Escolar Daphnia&lt;br /&gt;
( clique &lt;a href="http://fotos.sapo.pt/ozQvJPAPjjI0Hr44HOZy/"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ampliar a imagem )&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;&lt;u&gt;Olho composto&lt;/u&gt;: resulta da fusão de dois olhos compostos diferentes, ainda em estado de embrião, e é constituído por um número variável de cristalinos envolvendo uma massa pigmentar. Observando ao microscópio, o olho composto da dáfnia meche-se em várias direcções. &lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt; &lt;u&gt;Primeiras antenas&lt;/u&gt;: ou &lt;b&gt;antenulas&lt;/b&gt;, são constituídas por sedas sensoriais, e são mais desenvolvidas nos organismos macho. Estão localizadas na face ventral da cabeça.&lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 204);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;&lt;u&gt;Segundas antenas&lt;/u&gt;: ou simplesmente &lt;b&gt;antenas&lt;/b&gt;, estão localizadas mais exteriormente, nos lados da cabeça. É através das antenas que a dáfnia conseguem nadar na água.&lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 204);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;&lt;u&gt;Patas torácicas&lt;/u&gt;: constituídas por sedas e &amp;quot;espinhos&amp;quot; sedodos. Através da observação ao M.O.C., à transparência, distinguem-se cinco pares destas estruturas anatómicas. Contudo, as patas torácicas não servem para a locomoção da dáfnia (locomoção - antenas), mas sim servem para as trocas gasosas - respiração - e captura de alimento.&lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 204);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/sup&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;&lt;u&gt;Tubo digestivo&lt;/u&gt;: localiza-se dentro do organismo, situando o seu inicio na boca e terminando no recto e ânus. O tubo digestivo pode ser recto ou com circunvulações. &lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1] [2]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;&lt;u&gt;Coração&lt;/u&gt;: o coração é um sáculo transparente e de forma oval, situado no dorso anterior do tórax. O sangue é incolor (contudo, se a concentração de oxigénio no meio for baixa, pode ocorrer a síntese de hemoglobina que poderá dar um aspecto rosado à dáfnia) e a circulação é lagunar, logo não existem vasos sanguíneos. &lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;&lt;u&gt;Câmara incubadora&lt;/u&gt;: sáculos situados no dorso das &lt;u&gt;fêmeas&lt;/u&gt;, onde se encontram os ovos e se desenvolvem os embriões (se forem ovos partenogénicos). &lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;&lt;u&gt;Ovários&lt;/u&gt;: dispostos de cada um dos lados do tubo digestivo, na região torácida do crustáceo. &lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Ainda sobre a morfologia da dáfnia é possível fazer a distinção entre dáfnia macho e dáfnia fêmea:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;O macho não produz ovos nem gera embriões. Logo, em termos anatómicos, não possui sáculo onde guardar ovos - &lt;u&gt;Inexistência de câmara incubadora para os machos&lt;/u&gt; ;&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Observando um macho e uma fêmea ao M.O.C., constata-se que a fêmea é maior que o macho.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/oNUbVWW4SBKseYjjrI6O/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;
(clique &lt;a href="http://fotos.sapo.pt/oNUbVWW4SBKseYjjrI6O/"&gt;aqui &lt;/a&gt;para ampliar a imagem )&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" width="500" src="http://fotos.sapo.pt/tLDoFBzNh0ljzL7b34GN/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;(clique &lt;a href="http://fotos.sapo.pt/tLDoFBzNh0ljzL7b34GN/"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ampliar a imagem ) &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Ao longo do seu crescimento, estes pequenos crustáceos filtradores vão mudando a sua carapaça - o seu &lt;b&gt;exoesqueleto&lt;/b&gt; - várias vezes, tal e qual como as mudas de pele dos reptéis.&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;... como se reproduzem ?&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;As dáfnias são organismos que, em condições de meio favoráveis e estáveis, colonizam um dado meio num curto espaço de tempo. Porquê? Isso acontece porque, normalmente, e em laboratório (onde as condições são estáveis), as dáfnias utilizam a &lt;i&gt;reprodução assexuada&lt;/i&gt; como método de aumentarem os indivíduos da sua população. Recorrem à &lt;b&gt;partenogénese&lt;/b&gt; &lt;b&gt;ciclíca &lt;/b&gt;- processo de reprodução sexuada que se caracteriza pela geração e divisão de organismos sem, no entanto, ter havido a fusão de gâmetas masculino e feminino - para colonizarem rapidamente o meio onde se encontram, sendo este maioritariamente constituído por fêmeas. No seu habitat natural, é no Verão que mais recorrem a este processo de reprodução. &lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1] [2] [5]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, quando estes organismos sentem que algo no seu meio mudou (por exemplo o pH, a quantidade de alimento, proliferação de microorganismos, diminuição das temperaturas, etc.) passam a reproduzir-se de outro modo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas como e porquê? Nestas condições, as dáfnias recorrem à &lt;i&gt;reprodução sexuada &lt;/i&gt;a fim de assegurarem a sobrevivência e continuação da espécie. Este fenómeno é assegurado por métodos de copulação macho-fêmea, e os ovos gerados pela fusão dos gâmetas dão origem a ovos de inverno que se desenvolverão quanto mais desfavoráveis forem as condições do meio (de salientar que estes ovos conseguem ser muito resistentes - chamados &lt;u&gt;ovos de resistência&lt;/u&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caso estes ovos se desenvolvam, designam-se de &lt;b&gt;efípios&lt;/b&gt;. &lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1] [2] &lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, através desta maneira as dáfnias conseguem introduzir maior variabilidade genética na população a fim de perpetuar a espécie e assegurar a manutenção da população.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atente no ciclo de vida da dáfnia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;img height="375" border="0" width="500" alt="" style="border-color: black;" src="http://fotos.sapo.pt/M2DASwRMyW0sLQVKoVAs/" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;( clique &lt;a href="http://fotos.sapo.pt/M2DASwRMyW0sLQVKoVAs/"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ampliar a imagem )&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;u&gt;Legenda da figura&lt;/u&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&amp;quot;n&amp;quot; - n cromossomas, representando a fase haplóide deste ciclo de vida, onde a quantidade de cromossomas é metade do número de cromossomas de &lt;i&gt;daphnia magna &lt;/i&gt;Straus;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&amp;quot;2n&amp;quot; - 2n cromossomas, representando a fase diplóide deste ciclo de vida. Corresponde ao número total de cromossomas desta espécie;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;A&lt;/b&gt; - Fêmea adulta com ovos (ovos partenogénicos);&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;B&lt;/b&gt; - Ovo partenogénico&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;C&lt;/b&gt; - Fêmea juvenil&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;D&lt;/b&gt; - Fêmea com ovos de repouso&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;E&lt;/b&gt; - Macho&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;F &lt;/b&gt;&lt;b&gt;-&lt;/b&gt; Gâmetas masculinos&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;G&lt;/b&gt; - Ovos de repouso (Efípios)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;... a importância num ecossistema  ?&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;Como já foi dito, a dáfnia é um zooplanctónico que abunda em meios aquáticos doces.&lt;br /&gt;
Todas as cadeias alimentares, quer sejam aquáticas quer sejam terrestres, iniciam-se com um ser produtor (que produz o seu próprio alimento, transformando a matéria mineral em matéria orgânica) e termina com um consumidor (que pode assumir diversas ordens).&lt;br /&gt;
Assim, tendo em conta um possível ecossistema aquatico (esquematizado em baixo), a dáfnia é um consumidor de primeira ordem: alimenta-se do produtor - fitoplâncton - e serve de alimento a outros seres vivos, como peixes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="375" border="0" width="500" alt="" style="border-color: black;" src="http://fotos.sapo.pt/tbReBm53Ly1tPktueZrU/" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;( clique &lt;a href="http://fotos.sapo.pt/tbReBm53Ly1tPktueZrU/"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ampliar a imagem )&lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;... porquê um organismo teste ?&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;A dáfnia apresenta características vantajosas que a tornam um excelente organismo teste em testes de toxicidade de águas, de produtos tóxicos, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;A dáfnia é um organismo simples, e económico, de cultivar em laboratório, gerando um grande número de indivíduos num curto espaço de tempo (curto ciclo de vida);&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Devido às suas reduzidas dimensões, e como se podem criar grandes quantidades de dáfnias juntas, tornam-se práticas de cultivar, não ocupando muito espaço nem grandes quantidades de produtos na sua manutenção (económica mais uma vez);&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;O facto de se reproduzir assexudamente torna fácil a obtenção de populações homogéneas em termos de tamanho, sexo e idades, permitindo, deste modo, eliminar o factor &amp;quot;variabilidade genética&amp;quot; nos ensaios laboratoriais;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;É usada em numerosos ensaios toxicológicos, uma vez que tem elevada sensibilidade para uma grande variedade de agentes tóxicos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Concluindo, qual a razão de se usar &lt;i&gt;daphnia magna&lt;/i&gt; como modelo biológico para testar os efeitos das drogas ao nível do ritmo cardíaco ?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Simples!  Não só pelos tópicos citados acima mas também porque a dáfnia é um organismo que responde a processos/respostas biológicas fundamentais de modo muito semelhante como se fosse um organismo humano (e bem mais complexo).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O facto de possuir um exoesqueleto transparente, os seus órgãos internos são facilmente observáveis ao microscópio óptico, onde se pode observar as diferentes estruturas anatómicas da dáfnia, desde as patas torácicas até ao coração, bem como observar possíveis e fantásticos fenómenos como a fecundidade, o nascimento de novas crias, o funcionamento do seu olho, o batimento cardíaco, etc. &lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[1] [2]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;h2 style="text-align: center;"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/h2&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;sup&gt;[1]&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt; &lt;u&gt;Modelo Biológico para Testar os Efeitos das Drogas no Ritmo Cardíaco&lt;/u&gt; - Manual do Kit (enviado no Kit Escolar)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt; Fonte de Informação - &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Daphnia"&gt;Wikipédia English&lt;/a&gt; (clique para entrar)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;sup&gt;[3]&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt; Fonte de Informação - &lt;a href="http://biopeixe.com.sapo.pt/reproducao/a_dafnia.htm"&gt;Biopeixe&lt;/a&gt; (clique para entrar)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt; Fonte de Informação - &lt;a href="http://www.rimaeditora.com.br/Imagens/pagplancton.pdf"&gt;Cultivo de Zooplancton&lt;/a&gt; (clique para entrar -PDF)&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt; Aprendizagem na sala de aula - Biologia e Geologia &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: smaller;"&gt;(Observação: várias imagens presentes nesta postagem foram retiradas da Internet pois o grupo ainda não procedeu à realização de microfotografias das nossas culturas de dáfnias. No entanto, prometemos postar imagens das nossas culturas.)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:batidas-saudaveis:503</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://batidas-saudaveis.blogs.sapo.pt/503.html"/>
    <issued>2009-02-05T15:23:33</issued>
    <title>Concurso Divulga Ciência - Projecto DAPHNIA</title>
    <published>2009-02-05T15:26:58Z</published>
    <updated>2009-04-16T15:19:28Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;






                        



&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0cm; line-height: normal;"&gt;Somos da Escola Pedro Álvares Cabral - Belmonte, e criámos o projecto &lt;b&gt;Batidas Saudáveis&lt;/b&gt;, dentro do qual participamos no concurso Divulga Ciência, no âmbito da disciplina de Área Projecto.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0cm; line-height: normal;"&gt;O nosso objectivo é testar os efeitos de algumas drogas em organismos excelentes (dáfnias) para este tipo de testes e, posteriormente, avaliar os riscos associados ao ritmo cardíaco destes pequenos seres vivos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 0cm; line-height: normal;"&gt;Pretendemos que este tema, bem como os trabalho práticos envolvendo este modelo biológico na escola sejam bem recebidos por toda a comunidade escolar que, desde já, se encontra convidada a participar em qualquer evento dinamizado por nós.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O grupo,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diogo Silva &amp;amp; Patrícia Alves&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;12.º A&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(2008/2009)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="131" width="150" border="0" align="middle" src="http://fotos.sapo.pt/VzSeDjZey2eGzqa2Gom1/" style="border-color: black;" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;</content>
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